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Porto Freire

Fundação Porto Freire promove oficina de fanzine gratuita com Fernanda Meireles.

Em julho, o Espaço Cultural Porto Freire promove oficina de fanzine com Fernanda Meireles. As aulas acontecem aos sábados, nos dias 13 e 20, de 15 às 17h. As inscrições estão abertas e são 15 vagas, sem restrição de idade, sendo que os menores de 8 anos devem ser acompanhadas por um adulto. Para participar da oficina, é preciso levar canetas escuras e coloridas, cola, tesoura e borracha, pois será confeccionado um fanzine coletivo, que será copiado e distribuído aos participantes. O espaço fica na R. Joãozito Arruda, s/n, no Parque Del Sol. A oficina é promovida pela Fundação Porto Freire, sendo gratuita.

Fernanda Meireles é mestre em Comunicação, especialista em Arte-Educação, graduada em Letras, zineira desde 1996, artista visual e escritora, criadora da Loja sem Paredes e membro da ONG Zinco- Centro de Estudo, Pesquisa e Produção em Mídia Alternativa.

O fanzine (ou zine) é um objeto misto de obra de arte e veículo de comunicação. A origem do nome surgiu na década de 30 nos EUA e espalhou-se pelo mundo circulando principalmente entre jovens que têm algo a dizer e criam seu próprio canal impresso, sozinhos ou em pequenos grupos. O importante aqui é herança do movimento punk dos anos 70, o Faça-Você-Mesmo.

Quem cria um zine decide tudo: tema, tom, linguagem visual, se será formal ou informal, público, se vai ter utilidade pública e qual é e a forma de reprodução e distribuição. Zines são multiplicados em máquina de xerox (a maneira mais barata) e existem nos mais diversos formatos: grandes, tamanho revista, folder, de bolso, tamanho cordel, com muitas páginas ou de folha só. Há três tipos mais comuns de zines: de quadrinhos (HQ), de música (em geral rock), de literatura e poesia, mas não é possível classificar todos.

A oficina integra a programação do Espaço Cultural Porto Freire, que reinaugura esse mês com a exposição Postermassa do Coletivo Monstra, um coletivo de artistas formado por Weaver Lima, Franklin Stein, Everton Silva, Lui Duarte, Ise Araújo, Jabson Rodrigues, Mychel TC. Influenciados pela estética da Pop Art e do movimento artístico Lowbrow o grupo vem se destacando como um dos mais ativos do cenário artístico de Fortaleza.

 

Serviço: Oficina de Fanzines

Inscrições por telefone: (85) 3299.6609/6626

Vagas: 15

Dias: 13 e 20 de Julho

Horário: De 15h às 17h

Local: Espaço Cultural Porto Freire (R. Joãozito Arruda, s/n, Parque Del Sol, Cidade dos Funcionários)

Entrada Franca

 

 

Caixa reforça fiscalização do Minha Casa, Minha Vida

O superintendente nacional de Habitação da Caixa Econômica Federal, Roberto Carlos Ceratto, disse que a Caixa reforçou a fiscalização sobre os empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida para evitar problemas na qualidade das construções. A informação foi divulgada ontem, durante uma audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados para tratar irregularidades nos conjuntos habitacionais do programa do governo.

Entre as medidas adotadas pelo banco, estão a criação de um canal de atendimento exclusivo para falar com beneficiários do programa e um cadastro negativo de construtoras. Criado em março, o canal para falar com beneficiários do Minha Casa, Minha Vida acumula 36 mil ligações este ano. De acordo com a instituição, 61% delas destinou-se à solicitação de informações e apenas 7% foram para relatar danos físicos nas unidades habitacionais. 

A partir das queixas feitas pelo canal, os responsáveis pela construção dos imóveis têm cinco dias para sanar o defeito alegado pelo comprador. Caso contrário, são incluídos no cadastro e impedidas de contratar com o governo até resolverem o problema. Atualmente, 169 empresas e pessoas físicas estão no cadastro. O número do canal de atendimento é 0800 721 6268.

Aproveitando a onda de reformas e ampliações dos empreendimentos comerciais de Fortaleza, além dos novos shoppings que estão para surgir, o Shopping Benfica está investindo em um novo layout na sua entrada, que está em reforma e deverá ficar pronta em, no máximo, 15 dias. "Queremos deixar uma fachada mais clean", explica a superintendente do Shopping Benfica, Marcirlene Pinheiro.

Fonte: Diário do Nordeste

 

Metro quadrado fica mais caro no 1º semestre

Com aumento de 0,7% em junho deste ano, em relação a março, Fortaleza registrou alta de 6,6% no preço do metro quadrado no primeiro semestre de 2013, ficando acima da média nacional (6,1%). Teve ainda o quinto maior incremento dos últimos seis meses entre as 16 cidades brasileiras avaliadas pelo Índice FipeZap Ampliado.

A Capital ficou atrás de Florianópolis (7,2%), Vitória (7,5%), Rio de Janeiro (7,7%), e Curitiba (14,3%). Mesmo assim, continua ocupando a sétima posição no que se refere ao preço do metro quadrado, com valor médio de R$ 5.063. Depois de Fortaleza, vêm Belo Horizonte (R$ 5.163); Recife (R$ 5.429); Niterói (R$ 6.780); São Paulo (R$ 7.268); Brasília (R$ 8.381); e Rio de Janeiro (R$ 9.285).

No que diz respeito à variação anual (últimos 12 meses), a Capital também conta com o quinto maior índice (10,6%), empatada com São Bernardo do Campo. As quatro primeiras colocadas são Niterói (15,1%), São Paulo (13,9%), Rio de Janeiro (15,1%) e Salvador (12,%). A única cidade que registrou queda nos últimos 12 meses foi Brasília (0,7). Já no primeiro semestre de 2013, só Belo Horizonte teve redução (0,3).

Para o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Construção Civil do Ceará (Sinduscon - CE), André Montenegro, o acréscimo de 0,7% (de R$ 5.029 para R$ 5.063) está dentro da normalidade do mercado local e, de certa forma, representa a estabilidade dos preços.

Agosto com nova alta

Mas, segundo ele, a partir do próximo mês de agosto, o consumidor deve perceber um aumento maior no valor do metro quadrado. Isso porque, no mês passado, o Sinduscon - CE assinou acordo de dissídio coletivo com os trabalhadores da construção civil no Estado.

"O reajuste, que é retroativo a março, já vale para julho. Por isso, o setor vai gastar mais com mão de obra. Os reflexos já vão começar a serem sentidos neste mês, mas, em agosto, o valor do metro quadrado vai subir no Ceará. Em Fortaleza, deve crescer mais de 1% comparado ao mês passado", declara André.

Ele informa que, depois de agosto, a tendência é uma nova estabilidade do mercado, considerando que 2013 é o ano dos lançamentos imobiliários na Capital. "Além disso acirrar a concorrência entre as empresas, a velocidade das vendas está menor. A oferta está maior que a procura. O consumidor pode ficar tranquilo", afirma.

Aumento real

Considerando a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 3,2% no primeiro semestre deste ano e de 6,8% nos últimos 12 meses, o aumento real nacional dos valores dos imóveis (acima da inflação) é de 2,8% em 2013 e de 4,5% desde junho do ano passado 2012.

O Índice FipeZap é calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal ZAP Imóveis. Acompanha o preço médio do metro quadrado de apartamentos nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Niterói, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, São Caetano do Sul, Florianópolis, Porto Alegre, Santo André, Salvador, São Bernardo do Campo, Vitória, Curitiba e Vila Velha.

Fonte: Diário do Nordeste

   

Parcerias com estrangeiros na construção no CE

Na Europa, a economia encontra-se em um momento delicado, principalmente quando se fala em trabalho, investimentos e imóveis. Por isso, nos últimos anos, a migração desse capital em busca de oportunidades de investimentos vem sendo intensa. Mas, diferentemente de antes, hoje, o que se percebe é um movimento consistente e preparado de empreendedores estrangeiros bem intencionados, investindo no mercado de imóveis por meio de fundos de investimentos imobiliários.

O diretor executivo da Porto Freire, Martônio Rodrigues, lembra que esse novo momento beneficia as construtoras, os investidores e mais ainda o consumidor final, uma vez que essas parcerias geram capital suficiente para que as obras aconteçam dentro dos prazos previsto e a custos competitivos. "No caso do Ceará, por exemplo, são fundos de investimentos bem estruturados. O dinheiro está entrando de forma legal, gerando impostos e empregos", afirma.

Há cerca de dez anos, lembra Martônio Rodrigues, os estrangeiros vinham apenas adquirir imóveis para revender. "Era um dinheiro meramente especulativo, que não gerava riquezas", completa o executivo.

Parcerias

De acordo com ele, desde 2008, por conta da crise econômica mundial, sobretudo na Europa, essa realidade vem mudando. O número de investidores estrangeiros no segmento imobiliário brasileiros cresceu. "Mas a gente pode dizer que, as parcerias com as construtoras locais, começaram há mais ou menos dois anos, o que, no caso do Ceará, ajudou os investidores a compreender melhor a cultura local, elaborar projetos arquitetônicos de acordo com o gosto do público e entender o crescimento de Fortaleza e região metropolitana", diz.

Ainda conforme Martônio existe uma média de oito construtoras no Ceará que mantêm parceria com empresários europeus. No caso da Porto Freire, a relação é com o empresário dinamarquês Kurt Kahla. "Essa é uma tendência no mercado que exige muito da construtora, que precisa respeitar a visão do investidor e, ao mesmo tempo, respeitar a cultura da marca da empresa local", diz.

Conforme o dinamarquês, a escolha pelo Nordeste se deu por meio de uma pesquisa. "Nos últimos dez anos o crescimento do PIB foi bem maior que a média do País. Em 2006 e 2007 anunciaram muitos investimentos de infraestrutura aqui", explica.

Com cerca de 20 negócios em áreas comerciais e residenciais em Fortaleza e Sobral, Kurt afirma que possui aproximadamente R$ 150 milhões investidos somente no Ceará.

Censo de capitais

O Censo de Capitais Estrangeiras (Censo) tem o objetivo de mensurar o estoque de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) no País na posição de 31 de dezembro de cada ano base, isto é, o ano anterior ao da realização da pesquisa. O Censo Anual 2012, ano-base 2011, dado seu caráter amostral, registrou 3.176 declarantes, cerca de 19% dos registrados no Censo de 2011.

O estoque declarado de IED - participação no capital dessas empresas totalizou US$ 523,3 bilhões, 89% do valor total. Somando-se a expansão do estoque de participação no capital, US$65,9 bilhões, o estoque total de IED - participação no capital em 31.12.2011 atingiu US$589,2 bilhões, equivalente a 24% do PIB. O estoque de IED - empréstimos intercompanhias totalizaram US$99,4 bilhões. Assim, o estoque total de IED, em 31.12.2011, representou US$688,6 bilhões, 28% do PIB, crescimento de 2,8% frente ao ano anterior.    

Fonte: Diário do Nordeste

 

Empresas têm de informar vida útil da construção

As empresas terão de informar a vida útil estipulada das partes que compõem um prédio a partir do próximo dia 19. Essa é uma das medidas da Norma Brasileira (NBR) 15.575, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), referente exclusivamente à construção de prédios habitacionais e não se aplica às obras já concluídas. A NBR prevê responsabilidades para cada um dos integrantes da cadeia da construção, inclusive os consumidores.

“Se eu comprei a edificação que diz que a minha estrutura deverá durar 50 anos e ela cai com dez, eu tenho a quem responsabilizar, pois eu comprei um produto que era para durar 50 anos”. explica Alexandre Bertini, engenheiro e assessor técnico do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE). Ele afirma que cada parte da edificação tem vida útil diferente, cabendo aos projetistas informá-las. A responsabilidade, frisa o engenheiro, também é do consumidor, que deve zelar pela construção. “O construtor deve entregar a edificação obedecendo todos os critérios e o usuário deverá cuidar daquele bem”,

Bertini diz que a norma cria responsabilidades para cada um dos integrantes da cadeia, seja o incorporador, o construtor, o fornecedor de materiais ou o usuário. “Quando o juiz for julgar algum processo relacionado, ele terá critérios objetivos para julgar de forma mais justa”. O usuário ou o síndico receberá o documento que estabelece a gestão de manutenção. “Se não for feita a manutenção correta do empreendimento, ele (usuário) perde o direito de reclamar”.

Segundo Sávio Aguiar, conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil no Ceará (OAB-CE) e do PROCON Fortaleza, esse tipo de norma busca dar o direcionamento para o fornecedor entregar o produto ou efetuar o serviço de forma apropriada. “A Norma de Desempenho vem para dar um norte ao consumidor, no que se convencionou a uma qualidade média, ou a qualidade que se imagina pelos técnicos”. Ele ressalta, entretanto, a necessidade de adequação do mercado e fiscalização. “É preciso saber como o mercado vai absorver e como será a fiscalização em torno dela. Não adianta ter uma norma técnica se não houver fiscalização por parte de quem deveria fazer”.

A norma determina níveis de segurança, conforto e resistência devem proporcionar cada um dos sistemas que compõem um imóvel: estrutura, pisos, vedações, coberturas e instalações.

Fonte: O Povo

   

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